segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Dentro de mim mora um Hefestos...


Sou escrava da tua vara. Tua peia que incendeia, queima e abrasa... estupenda fenda escorre lava. Jatos de Hefestos feto. "Sêmen in nato". Já no útero, inflamava entranhas... plasma, cataplasma, emplastro... Tua seiva fortifica, me deixa forte e linda... deusa Monalisa na tela do teu pincel... pincela o corte... o risco traçado à sorte. A linha vertical no horizonte... minha boca vermelha da língua do fogo. Língua do Anjo toca, lambe... umidade que entorna em cascatas... mas nunca apaga o fogo de Vulcano. Fogo no rabo, fogo na greta. Fogo no corpo sem a burca e o véu da santa. Sem a luva e meia-liga da puta. Nua... só querendo o vermelho da lenha... a brasa... as cinzas do amanhã que repousarão nos bicos... nas tetas duras... na buceta em chamas...

2 comentários:

Dando a Bunda pra Bater disse...

Adorei esse nome: greta! Anotei.

Delícia de post.

Beijos

Enfil

Atre disse...

isso nem é mais escrever na pele...com certeza é MARCA-LA com brasa...