terça-feira, 11 de novembro de 2008

Teu corpo...


Às apalpadelas... percorro-te todo. Varro-te em minúcias... sinto cada parte do teu mágico corpo. Sedutor e rude. Apolo desnudo. Musculoso, me injeta... incita, realiza minha vontade. Vontade de sorvê-lo, ter o gosto do doce e do amargo. Âmago. Principício do abismo... centro do meu universo. Quedas de suspiros... tesão. Toque de línguas... bocas em furtos... tentação. Te engulo. Te chupo. Envolvo o teu demônio em riste... atemorizando o meu cio. Inferno do racho. A minha ferida já sangra em desvario... esvai-se em desalinho. Dor pertinente. Agonizo... Esse corpo que me rende e me acende em doidas vertigens. Fico tonta, me embriago na porra gostosa... leite vicioso invade a minha boca que grita pelo bandido. Atrevido. Esse delicioso corpo que cheira à pecado e a malícia. Ordinário. Fico mansa quando bebo... engulo e sinto o caldo deslizando...na minha boca, na minha língua, na minha xota...

2 comentários:

L. disse...

Nossa!

L. disse...

Nossas vidas poderiam ser eternamente um conto vagabundo tipo "Sabrina",né?