sábado, 6 de dezembro de 2008

Chovendo na pele...


Dos bicos dos seios desprendem-se as gotas da chuva. Cambaleantes e trôpegas, desfilam bambas na pele eriçada. Lambem os poros degustando todo o tremor, êxtase e prazer... É como um bicho vivo de mil labaredas. É como a serpente em rastejosos desejos. O enlace... O sentir mais aguçado da fêmea. É como a pérola de Ofir valsando nos pêlos... no sexo molhado, a tessitura dos dedos. E quando a chuva cessa, ainda assim, sinto a sua língua saboreando a minha seiva. E ofegante, repouso aninhada na palma da mão.

2 comentários:

Anônimo disse...

Lindo texto. Como sempre! Beijos, divina!!!!

Cesar Oliveira disse...

Erotismo com vocabulario diferenciado. Mt bom...