quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Na volúpia



O corpo dele me entesava
quando as suas coxas me roçavam.
Sentia o falo bem duro
me empunhando à parede.
Era o sentir na pele crispada
o gotejar daquele rei
de cetro duro e brilhoso
Um cheiro de macho me exauria,
um afrodisíaco de Príapo,
me roçava e me espremia
trepava na minha lomba
que pingava insana no remelexo
Ficava lenta e ondulava os quadris
E ele ajeitava o membro viril
na vontade e na volúpia louca
Enfiava bem gostoso na potranca
que gozava na sede e na fome
de sentí-lo mais... muito mais...

4 comentários:

Monday disse...

Ma, eu adoro o que você escreve, mas nesse caso, me perdoe, meu amor, mas a foto já disse tudo ... vale uma penitência ... rssssss

traços de um homem disse...

Belo texto;muito mesmo.
Parabéns.
beijos

Tio Rogs disse...

Pra mim, imagens oníricas.
De minha parte gostaria de ter esse dom poético pra falar particularmente dessa posição, de 4, que talvez seja a rainha delas.
Disperta o que há de mais animal, poderoso, violento, dominador, do meu âmago, do que nasci pra ser, do meu escopo.
Gostei, mas gozaste rápido. É assunto pra linhas e linhas...
bjs

Paulo Tamburro disse...

Enfim, você chama isto de volupia? Tem certeza?