terça-feira, 12 de julho de 2011

Dá-me o que me é de direito


[...] dá-me o que me é de direito.

teu corpo em sumo
&
todo o teu líquido
e se fores capaz e justo
o teu denso... o que aglutina
sobre o meu corpo
- plasma lácteo
copo de lírios
em delírios
até que se esgote
e me acabe.
dá-me... dá-me
até o invólucro
o que te cobre -
pelos emaranhados
pêlos nos pêlos
e te darei a noite
te darei o vício
[o infinito que me consome] ...
teu corpo.

Posted By Absinto.

4 comentários:

myseduction-your desire disse...

q delíciaaa de corpo e de desejo.

Giane disse...

"O infinito que me consome..."

Quanto desejo a saciar!!!

Beijos mil!!!

Amanda Lemos disse...

Tudo muito interessante por aqui,
Gostei muito mesmo.
E te convido para conhecer meu espaço, caso queira dar uma olhada, seguir..;

http://www.bolgdoano.blogspot.com/

Muito Obrigada, desde já.

Anônimo disse...

No minimo expressivo... lembra o erotismo de Henry Muller - agressivo e bem sensorial, tactil. Seu poeta admirador Leo Linares do recanto das letras... ah obrigado pelo comentario que deixou uns anos atras - de uma passada la, estou fazendo um poema nesse exato momento para postar. Um bom dia e obrigado.