quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Carta aberta à Cerberus


ainda que fosses Cerberus
guardião do Tártaro
anarquizando a minha carne
(insólita... ) no ardor...
e fosses o cão endiabrado]
bradando ao infinito
o que me consome:
o amor depositado
entre o limite de toda a razão:
irracionalidade ao certo
desse caos e dessa febre
há de se ter "ferozmente"
um sedutor de Eros
seduzindo a sua Vênus.
Eis-me relíquia
à revelia
na morada do tempo.
(tão dedicada a esse amor...]

Posted By Absinto.

5 comentários:

Claudeko disse...

Minha linda, quanto sinto sua falta, poeta dos meus hormônios! Por que deixou de me ler? É aqui que cavo o erotismos que preciso para a transa de cada dia. Não pare, vai, venha me ver!Beijos.

µrsiŋђα Ѽ  disse...

Delirante...

bjs de mel
ursinha

Poeta almaquio disse...

Impossível passear incólume em ESCREVENDO NA PELE. Todas as vezes saio arranhado pela força dos versos-espinhos que riscam meus sentidos fazendo-me escravo do desejo de voltar. Grande Beijo deste pequeno poeta.
Almáquio

João Vicente Teixeira Lacerda disse...

Minha respiração sempre se altera quando leio o seu blog. Muito bom.

Um beijo enorme.

µrsiŋђα Ѽ  disse...

Venho com carinho trazer o selo de meus quatro anos no BDSM de presente...

Quatro anos vividos com intensidade...

bjs de mel

ursinha